sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Os mais velhos do Mundo

O japonês Yasutaro Koide, de 112 anos  foi reconhecido nesta sexta-feira dia21 de agosto  pelo Guinness World Records como o homem mais velho do mundo. 



Koide nasceu em 13 de março de 1902 e trabalhou como alfaiate. 
Ele se tornou o homem mais velho do mundo com a morte de Sakari Momoi, de Tóquio, aos 112, em julho.

Três de seus sete filhos, dois de seus nove netos e um tataraneto estiveram na cerimônia na casa de repouso onde ele vive, na qual recebeu uma placa e um vaso.

Já a mulher mais velha do mundo é a americana Susannah 
Mushatt Jones, que mora no Brooklyn, em Nova York, e celebrou seu 116º aniversário na segunda-feira.




 

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A polêmica da Cota para Idosos em Concursos Públicos

O senador Antonio Carlos Valadares propõe o Projeto de Lei 60/09 que estipula  a reserva de 5% das vagas em concursos para idosos, baseada em critérios de idade, acende a polêmica envolvendo temas como isonomia e discriminação positiva em processos seletivos. 

A falta de consenso sobre o tema paralisou, desde 2011, a análise da proposta.

A população brasileira vive hoje, em média, 68,6 anos, 2,5 anos a mais do que no início da década de 1990. Estima-se que em 2020 a população com mais de 60 anos no país deva chegar a 30 milhões de pessoas (13% do total) e a esperança de vida deve atingir 70,3 anos. Para os defensores do projeto, a importância dos idosos para o Brasil não se resume à crescente participação no total da população, estendendo-se à questão econômica, já que uma parcela significativa dos idosos hoje são chefes de família cuja renda média é superior àquelas chefiadas por adultos não-idosos.


Valadares lembra que a Constituição Federal já reserva um percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas com deficiência.

Para defender a iniciativa, o senador ressalta o crescente envelhecimento da população brasileira. Segundo ele, os idosos são hoje 14,5 milhões de pessoas, ou seja, 8,6% da população total do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IBGE considera idosas as pessoas com 60 anos ou mais, mesmo limite de idade utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os países em desenvolvimento.

Estatuto do Idoso veda a fixação de limite máximo de idade como quesito para admissão em emprego público, ressalvadas as situações em que a natureza do cargo o exigir. Mesmo reconhecendo que o país possui uma população idosa cada vez mais ativa, o incentivo legislativo brasileiro à reinserção no mercado de trabalho das pessoas acima de 60 anos não apaga os questionamentos sobre as limitações decorrentes do envelhecimento e o respeito ao direito igualitário daqueles que postulam ingressar na carreira pública.

Aos 82 anos: de analfabeta a artista plástica.


Olhando as obras da artista plastica Therezinha Brandolim fica dificil imaginar a vida pela qual ela pasou e mais difícil ainda acreditar que até o 82 anos ela era analfabeta.
 

 
Neta de imigrantes italianos,Therezinha Brandolim de Souza, nasceu em Monte Azul Paulista e trabalhou na roça e não teve chances de se alfabetizar. Mãe de cinco filhos, mudou-se para Ribeirão Preto em 1974, já viúva, onde trabalhou como faxineira.

Após a aposentadoria, tentou aprender a  ler inscrevendo-se nos cursos de EJA (Educação de Jovens e Adultos), mas não teve sucesso. No total, foram dez anos de matrículas, entre 2000 e 2010. Os professores da época diziam que ela tinha algum tipo de bloqueio.O sonho ficou adormecido até 2013, quando uma de suas filhas, Maria Zulmira, fez contato com a educadora Jany Dilourdes Nascimento, especializada no Método Paulo Freire conseguiu finalmente coloca-la no mundo do aprendizado.

A segunda etapa também foi a realização de um sonho, o de cursar artes plásticas. 

Em pouco mais de dois anos de atividade artística, ela já produziu mais de 150 trabalhos tendo a chita como principal matéria-prima, sendo que alguns deles foram vendidos para o exterior.  Também já grafitou no Minhocão em São Paulo e sonha em fazer um mural num grande painel, expor em muitos lugares e ir para Nova Iorque.

Mais uma prova que o sonho e sua realização não tem idade.

Idosa de 79 anos aprende a ler e escrever e se forma em História da Arte.

 Aos 67 anos a senhora resolveu aprender a ler e escrever e agora aos  79 anos, já tem até diploma universitário em História da Arte.

Dona Leonides passou a infância trabalhando na lavoura com a família. Começou a trabalhar como doméstica e lavadeira, mas nunca perdeu o desejo de aprender.

Foi quando ela, aos 67 anos, decidiu botar em prática o sonho de aprender a ler e escrever, junto dos cinco netos.

Em 2014, mais uma conquista. Dona Leonides se formou em História da Arte na Universidade da Terceira Idade, na Uerj.

sábado, 1 de agosto de 2015

Idoso de 85 anos realiza o sonho de estudar Direito

O sonho não tem idade e foi pensando assim que aos 85 anos, o agrônomo aposentado Luiz Alberto Ibarra tomou coragem e iniciou a graduação em direito na Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.
 

 
Ele sonhava com a carreira em Direito desde a década de 1940, quando a vida o levou a realizar o curso de Agronomia, em 2000 ele se aposentou e resolveu voltar a estudar, mas teve medo de não ser aceito pelos mais novos e somente agora resolveu prestar o vestibular.




Luiz acredita que rejuvenesceu e orgulha-se de ter contribuído em desmitificar a educação na terceira idade. “O cérebro desenferruja e redesperta a atividade intelectual”, pontua. Mas diz que se desdobra para dar conta de tanta carga teórica. Se concluir todas as disciplinas no período previsto, ele se tornará bacharel aos 90 anos.